A língua oral está organizada em gêneros (entrevistas, debates, seminários e depoimentos) e o empenho do professor nas aulas deve ser o mesmo dado aos gêneros escritos (contos, fábulas, crônicas, notícias e outros).

Assim como não há um texto escrito sem propósito comunicativo, tampouco existe uma só maneira de falar. É preciso criar contextos de produção também para os gêneros do oral – em que se determinam quem é o público, o que será dito e como. “É isso que permite aos alunos se apropriarem das noções, das técnicas e dos instrumentos necessários ao desenvolvimento de suas capacidades de expressão em situações de comunicação”, explica Bernard Schneuwly, da Universidade de Genebra, na Suíça.

Por isso, os alunos do Colégio VIDAM leem, discutem, apresentam os argumentos e defendem um ponto de vista em sala de aula, com orientação do Professor Marcelo Silva. Confira!